Na Casa Branca, Trump disse que o Brasil é um grande país, que o povo é fantástico e que a eleição é “muito importante”. Afirmou que acompanha de perto. Não citou Lula nem Flávio. Não há endosso formal. Há o encontro de maio na Casa Branca, a tarifa de 50% em 2025 ligada por ele ao julgamento do pai, sanções a ministros e o pedido negado de enviar observadores americanos. Washington nega interferência.
A Reuters, hoje, descreve a vitória de Flávio como extensão da onda de direita alinhada a Trump e a reeleição de Lula como dor de cabeça para Washington, em comércio e segurança.



