A Serasa iniciou nesta segunda-feira (23/02) a 35ª edição do Feirão Limpa Nome, com descontos que podem chegar a 99% para consumidores interessados em renegociar dívidas. O mutirão segue até o dia 1º de abril de 2026.
Nesta edição, mais de 2.200 empresas participam da iniciativa, entre bancos, financeiras, operadoras de telefonia, varejistas, concessionárias de energia, universidades e cooperativas de crédito, oferecendo condições especiais para quitação de débitos.
Como negociar
As negociações podem ser feitas de forma gratuita pelos canais oficiais da Serasa:
- Site e aplicativo (Android e iOS);
- WhatsApp oficial: (11) 99575-2096, com atendimento automatizado;
- Telefone 3003-6300 (capitais e regiões metropolitanas), de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h;
- Atendimento em Libras, por videochamada, de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h;
- Telefone Alô, Serasa: 0800 591 5161, disponível gratuitamente de 25 de março a 1º de abril, das 8h às 20h;
- Presencialmente, em mais de 7 mil agências dos Correios em todo o país.
Segundo a empresa, as ofertas e condições são as mesmas nos canais digitais e presenciais.
Descontos e condições de pagamento
Durante o Feirão, os consumidores têm acesso a parcelamentos facilitados e descontos expressivos. Em alguns casos, é possível regularizar a situação imediatamente ao optar pelo pagamento via PIX. As parcelas podem começar a partir de R$ 9,90, com opções de pagamento por boleto, PIX ou cartão.
A plataforma reúne dívidas de diferentes segmentos, como bancos, comércio, telefonia, instituições de ensino e serviços essenciais — incluindo contas de luz, água e gás — desde que a empresa seja parceira da Serasa na região do consumidor.
Débitos negativados e também dívidas com mais de cinco anos podem aparecer com condições diferenciadas. Após o pagamento, a empresa credora tem até cinco dias úteis para solicitar a baixa nos cadastros de inadimplência.
O que não pode ser negociado
Não entram no Feirão dívidas protestadas em cartório, débitos ativos com o governo (como impostos), cheques sem fundo e casos envolvendo falência. Nessas situações, o consumidor deve procurar diretamente o cartório, a empresa credora ou a Receita Federal do Brasil.
A orientação é que os interessados utilizem apenas os canais oficiais para evitar golpes durante o período do mutirão.



