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COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS DA CÂMARA PEDE PRISÃO PREVENTIVA DE CLÁUDIO CASTRO APÓS OPERAÇÃO CONTENÇÃO

 

 

_Por Guerras e Conflitos | Última atualização 30 de outubro de 2025, 21:26:16_

A Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados enviou em 29 de outubro de 2025 um ofício ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, pedindo a abertura de investigação criminal e prisão preventiva do governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), por causa da Operação Contenção, que resultou em 121 mortes (119 criminosos e 4 policiais) e se tornou a mais letal da história do Brasil. A ação, que mobilizou 2.500 agentes nos complexos do Alemão e da Penha, é acusada de “motivação político-eleitoral” e violação de parâmetros do STF, como a ADPF 635 (favelas). A comissão cobra perícia independente, rastreamento de armas apreendidas e acompanhamento de vítimas, com entidades como Anistia Internacional e ONU criticando como “uso excessivo de força”. Castro defendeu a operação como “sucesso” contra o Comando Vermelho (CV), mas o caso reacende debates sobre letalidade policial no RJ.

*DETALHES DO PEDIDO E DAS ACUSAÇÕES*

O ofício, assinado por deputados como Macaé Evaristo (PSOL) e Dani Monteiro (PSOL), acusa a operação de “deturpação do aparato estatal de segurança pública”, com indícios de “ataque à ordem pública” e repetição de “chacinas” no governo de Castro. A comissão pede prisão preventiva por “risco concreto à ordem pública e ao processo investigatório”, citando a “gravidade do ocorrido” e possibilidade de mais ações semelhantes. A ação resultou em 81 presos, 10 toneladas de drogas e armas, mas com 4 policiais mortos, incluindo 2 do BOPE (Cleiton Serafim Gonçalves e Heber Carvalho da Fonseca). A comissão exige relatório detalhado, câmeras corporais e perícia em campo.

*PERFIL DA OPERAÇÃO CONTENÇÃO E DA LETALIDADE*

A Contenção, deflagrada em 28 de outubro de 2025, cumpriu 100 mandados de prisão e 150 de busca contra o CV, com foco em lideranças no Pará. A ação, chamada de “sucesso” por Castro, mobilizou PM, PC e MP-RJ, mas resultou em 121 mortes, superando Jacarezinho (2021, 28 mortos). A ONU e Anistia Internacional cobram investigação independente, com 3 moradores atingidos por bala perdida (uma mulher de raspão na academia, já liberada). Um PM do BOPE levou tiro de raspão e passa bem.

*CONTEXTO DA SEGURANÇA PÚBLICA E DO GOVERNO CASTRO*

Castro, no poder desde 2020 após afastamento de Witzel, é alvo de investigações por corrupção (Operação Sétimo Mandamento, 2024), mas defende ações letais como “retomada territorial”. O Rio registra 1.500 homicídios anuais, 35% por facções, e a Contenção é a 4ª mais letal de seu governo. O STF aprovou plano de segurança, mas o federal limitou ajuda, renovando a Força Nacional até dezembro de 2025.

*REAÇÕES E IMPLICAÇÕES GLOBAIS*

Castro: “Operação histórica. Qualquer alegação de abuso será investigada”. Anistia: “Vídeo exige investigação urgente sobre execuções sumárias”. CDHMIR: “Ação deturpada do aparato estatal”. ONU: “Uso excessivo de força”. Analistas do FGV: “Risco de retaliação do CV, com ataques de “salve” diários”.

*HORIZONTE DE CONTROLE DA VIOLÊNCIA URBANA*

O pedido de prisão testa o governo de Castro. Monitoramento é essencial para justiça e segurança.

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*FONTES:*
– Poder360
– DiviNews
– Folha de S.Paulo
– O Povo
– Senado Federal
– ND Mais

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